Uma
denúncia que partiu de um iraniano que cumpre pena por tráfico de drogas
no Presídio de Mossoró (RN) apontou que uma organização criminosa
preparava um plano para sequestrar o advogado Carlos Araújo, ex-marido
da presidente Dilma. A informação repassada ao Ministério da Justiça
impactou o governo e fez com que a presidente Dilma pedisse prioridade
máxima à Polícia Federal (PF) para investigar o caso.
Segundo
a PF, foram feitas todas as investigações e se concluiu que não havia
plano em andamento. A polícia diz que o informante não tem credibilidade
e que a maioria das informações que passou de dentro dos presídios de
Catandúvas (PR) e Mossoró, onde está atualmente, não evoluíram.
O
iraniano pede indulto ao governo brasileiro e para que isso aconteça,
segundo a Polícia Federal, ele passa informações de dentro do presídio
para tentar ganhar algum benefício.
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