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A
executiva estadual do PT se reúne hoje (14) em Fortaleza para discutir
um provável boicote que estaria sofrendo os candidatos petistas na
empreitada de Camilo Santana (PT) ao governo do Ceará.
O
estopim do que seria a primeira grande crise na coligação (PRB PP PDT
PT PTB PSL PRTB PHS PMN PTC PV PEN PPL PSD PCdoB PTdoB PSD PROS) seria a
cor prioritária da campanha de Camilo: o PT exige que a cor seja o
tradicional vermelho petista, enquanto os marqueteiros do Pros exigem a
cor laranja que lembra o PROS.
Outra
problema seria a ausência de candidatos à deputado na agenda organizada
e divulgada pelo PROS. Um deles, o deputado federal José Airton Cirilo,
teria reclamado de que não estaria sendo convidado para os encontros
agendados na capital e no interior.
As
reclamações de boicote do PT na campanha de Camilo também resultam das
articulações políticas de Cid, que, apesar de ser criticado pela demora
na definição de candidatos, conseguiu emplacar o deputado Mauro Filho
(Pros) ao Senado, indicado por Ciro Gomes, Izolda Cela como vice, nome
de Ivo Gomes, e Camilo Santana ao governo, petista com quem tem forte
ligação.
Desta
forma, a chapa montada pela coligação acabou tendo, na prática, apenas
nomes de confiança da família Ferreira Gomes, não deixando espaço para a
participação petista. Talvez esse fosse o real motivo da insistência do
ex-presidente Lula pelo deputado federal José Guimarães como nome do PT
ao Senado: garantir ao menos um nome de confiança petista como cabeça
de chapa.

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