Segundo a polícia, a empregada do casal, Noêmia Maria da Silva, de 46 anos, tinha um caso com o gestor e também tem participação no assassinato. Os dois serão investigados por homicídio duplamente qualificado pelos seguintes agravantes: vítima indefesa e motivo fútil.
Os suspeitos estão presos: José de Arimatéa na Delegacia de Polícia
Interestadual (Polinter) e Noêmia na Penitenciária Feminina, ambos em
Teresina. Os dois negam a autoria do crime e não foram indiciados pela
Polícia Civil, que tem 30 dias para finalizar o inquérito. Caso sejam
condenados pelo o homicídio, podem pegar até 30 anos de prisão.
O delegado Willame Moraes, gerente de polícia do interior, foi um dos
primeiros a chegar ao local do crime quando o corpo foi encontrado, às
8h da terça-feira. Vizinhos acionaram a polícia depois que o prefeito
anunciou que sua mulher havia sido assassinada.
Para a polícia, José de Arimatéia tinha muito ciúme da mulher e a matou
com um tiro no ouvido quando ela estava dormindo. "É curioso porque ele
não disse que ela estava morta, mas que havia sido assassinada. Ele
gritava que haviam matado Gercineide, mas o corpo não apresentava sinais
de violência porque ela foi morta com um tiro no ouvido enquanto
dormia. Quando chegamos, estranhamos também porque ele não acionou
atendimento médico quando encontrou a mulher morta", disse o delegado
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