Os acusados haviam sido presos temporariamente no último dia 5, por decreto do juiz auxiliar da Comarca de Trairi, Fernando Teles de Paula Lima. Alguns receberam habeas corpus nos dias seguintes. No entanto, na semana passada, a Justiça voltou a decretar novas ordens de custódia, desta vez, em caráter preventivo, o que ensejou à defesa recorrer novamente ao TJ em busca de libertar seus clientes.
Liberdade
Ainda ontem à tarde, foram colocados em liberdade Daniele de Oliveira Benício, Manoel Carlos de Oliveira e José Evandro Cunha. Hoje, deverão ser postos em liberdade, Euclides Andrade de Castro, Maria das Graças Barbosa, Germana Paixão Oliveira e Evaldo Luiz Antunes. Na semana passada, o TJ concedeu liberdade para José Eloísio Maramaldo Gouveia e Caroline Gondim.
Os advogados Leandro Vasques, Waldir Xavier, Flávio Jacinto e Holanda segundo foram os autores dos recursos que permitiram a libertação dos acusados. Os pedidos de habeas corpus foram impetrados tão logo a Justiça decretou as prisões.
Procurado na noite de ontem pela Reportagem, o criminalista Leandro Vasques declarou que a tese principal para o pedido de concessão de habeas corpus ao TJ foi a de que "a prisão preventiva representa antecipação de pena, sendo medida excessiva diante de os crimes imputados pelo Ministério Público ostentarem penas brandas, que sequer ensejariam cumprimento de pena em regime fechado".
Desvio
Segundo o Ministério Público, Estadual, através de fraudes em licitações, os gestores e empresários desviaram cerca de R$ 20 milhões da Prefeitura de Trairi.
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